terça-feira, 3 de março de 2009

PIMENTA QUE ARDE


Sou assim malcriada...
Arrependo-me desta estupidez
Falo sem pensar, por impulso.
Erro tudo
Peço desculpas depois
Todos os dias
Faço promessas,
Vou ser mais controlada,
Mais calada
Vou pensar antes de falar
Mas não adianta
De repente tudo muda
E viro do avesso de novo
Sou veneno puro
Pimenta que arde
Sou assim...
Não mudo....
.
Ferina*izil

9 comentários:

  1. Antes bem temperada que insossa.
    Beijos

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  2. Lindo e autêntico, intenso! Um abraço,tudo de bom,chica

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  3. Poema muito bom, apimentada descrição de uma mulher...
    Acho que sou meio assim tb
    :)
    Boa noite pra vc
    Beijos

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  4. Gostei desse pequeno poema e que diz muito de tanta gente. Acho que também tenho um pouco do que aí é dito. Adorei a imagem.

    Romicas

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  5. Amei sua poesia e me vi ali em tudo que você disse. E não mudo mesmo é impressionante como eu tento, mas não consigo.
    abraços e obrigada pela visita.
    Adorei seu blog já virei seguidora e acompanharei você também.
    Eu amo o RS, já tive um grande amor aí.
    abraços

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  6. Flap!Flap!Flap! Pousei... Bonjour!
    A eterna discussão de nós conosco mesmo, huehehe, reformas internas são lentas e difíceis, acho que continuarás ardida por um bom tempo, hueheuhehe! Beijocas do conde! Au revoir!

    Voei, Flap!Flap!Flap!

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  7. Sublimes versos escapam das almas dos poetas
    Viajando até ao fundo dos céus como balões …
    Suspensos ficam no tecto brilhando poesias inquietas
    Reflectindo olhos orvalhados em prados de emoções

    Dedicado a todos
    Os poetas e poetisas
    Deste mundo,
    Os que já adormeceram,
    E aos outros
    Que ainda nem sono têm...

    Bem hajam!

    Um resto de uma boa semana...

    O eterno abraço…

    -MANZAS-

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  8. És madeira verde
    Ou apenas mulher perdida
    Testemunha de berço feito de penas
    Arca perdida da dor contida

    Tudo isto é universo
    Em límpida poça de água
    Onde as conchas têm a forma de coração
    Onde o sal afasta a mágoa

    A ti que és minha amiga especial
    convido-te a partilhar comigo o “sítio das conchas azuis”




    Beijo azul

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  9. És madeira verde
    Ou apenas mulher perdida
    Testemunha de berço feito de penas
    Arca perdida da dor contida

    Tudo isto é universo
    Em límpida poça de água
    Onde as conchas têm a forma de coração
    Onde o sal afasta a mágoa

    A ti que és minha amiga especial
    convido-te a partilhar comigo o “sítio das conchas azuis”




    Beijo azul

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